Informe sobre a crise nos trabalhos de campo

Por Alexandre e Leria e Vinicius Brean

Falar sobre a importância do trabalho de campo na geografia é querer chover no molhado. A nossa disciplina exige durante a sua formação acadêmica a vivência prática dos conteúdos de sala de aula, sendo que nos últimos anos a verba e o projeto de universidade que possibilita a participação de todos os alunos nessas atividades vem sendo desmantelado.

Hoje, dia 20/04, nos chegou a informação que dos 25 trabalhos de campo planejados pela FFLCH apenas 3 foram liberados. Na geografia somente um trabalho foi liberado, contudo de forma incompleta, já que a matéria em questão é Estágio supervisionado em climatologia precisa de duas idas a campo, uma para implantar os equipamentos e outra para retirar os dados. Estamos vivendo o desmonte do nosso curso.

As perspectivas para agora são: o recurso feito pelo professor Galvani enviado para reitoria, que pode anular a medida da reitoria; e a plenária marcada para segunda feira 24/04.

A plenária é o local de decisão dos alunos, professores e funcionários do departamento, ou seja, é de grande importância a participação de todos nós alunos. Caso nada seja feito, a perca dos campos desse ano pode significar a perca da prática do campo no departamento ou passar os custos deles para os alunos.