Arquivo diários:1 de fevereiro de 2017

Por Guilherme Leria Sanches.

Como primeiro texto da reestruturação do blog milharal – um pequeno.. manifesto. Em 2016, aconteceu uma greve unificada dos funcionários, professores e alunos em boa parte da USP. Uma grande quantidade de institutos paralisam suas aulas, alguns prédios foram ocupados, além dos trancaços¹ e ações que foram realizadas dentro e fora da universidade. Mas, no plano prático das ações houve três momentos que saíram da “desordem” comum das greves: o cunho político do “golpe”²; a tentativa de ocupação dos blocos K e L³ e o limpaço na FFLCH4.

Talvez seja complicado entender agora, algum tempo depois do ocorrido, a importância desses momentos para fundarmos as novas mídias do CEGE e começarmos a discussão de como nos mobilizamos enquanto estudantes. Mas me sinto à vontade para afirmar que foi patético o reconhecimento e movimentação do movimento estudantil em todas as situações “extraordinárias” da última greve. Explicaremos agora cada uma delas. Continue lendo