Arquivo mensais:setembro 2014

[Comentários sobre nosso prédio e sobre a consulta em curso]

– Sandra Lencioni

Temos um problema: a arquitetura do prédio é aberta e muitas vezes o barulho, encontros e eventos de diversas natureza causam ruídos que atrapalham aulas, nossas reuniões, nosso trabalho de pesquisa e etc.
A consulta, segundo o que está dito, é sobre a percepção que alunos, funcionários e docentes têm sobre o uso do espaço do prédio. Algumas considerações:

1. A percepção de cada segmento está relacionada à como cada um se insere na Universidade. Jovens alunos que fazem várias coisas ao mesmo tempo: ouvem música com fone no ouvido (e não é música clássica), estudam e falam no celular, tudo isso ao mesmo tempo, são, claro, diferentes de velhos professores, muito mais limitados nas multitaskings. Os jovens tem mais capacidade de realizarem várias tarefas concomitantemente, não apenas uma seguida da outra, mas simultaneamente, com ou sem barulho, e isso é próprio da pós-modernidade, em que se acelera o tempo da vida, o da produtividade… Falei tudo isso para dizer que o questionário, me parece, deveria distinguir quem o responde, se é professor, funcionário ou aluno.

2. O uso do prédio é de diversas naturezas e a consulta não o é. Um exemplo, os espaços alugados, a rádio clandestina, etc. etc. Então, de que espaço do prédio se está falando e de que uso?

3. Esse prédio é maravilhoso pelo sentido que foi concebido. Seu arquiteto, me dizia ( quando eu reclamei que minha sala não tinha janela e que tínhamos muito espaço livre e falta de espaço, falta de salas de reuniões, etc,) que ele havia sido concebido como lugar de liberdade. Do partido comunista, em tempos duros da ditadura, me disse que pensou aquela arquitetura como um desafio à proibição de reuniões, de encontros, etc. Dizia ele, o professor Corona, que as rampas tinham o sentido de reunião de pessoas, de um local como o Central Park de Nova Iorque ou o Hyde Park de Londres. Nos anos 60, o primeiro foi palco de inúmeros discursos contra o racismo e contra a guerra do Vietnã e, o segundo, lugar de muitas falas relativas à descolonização da África.
Ali, no nosso prédio, na confluência das rampas, poderia se falar e ser ouvido de todos os lados, abaixo e acima (nas laterais superiores). Um espaço que se contrapunha à entrada da Cidade Universitária, que a ditadura logo tratou de colocar a sua escola de polícia. O prédio foi concebido como uma causa, concebido por uma arquitetura com sentido para além do estético.
Havia uma festa a cada ano, a festa junina, que não era uma festa em si. Era momento de “disfarce” para os estudantes de toda USP festejarem. Namorava-se e amizades eram muito mais feitas que desfeitas. Trocava-se ideias, falava-se de formas de resistência à ditadura e noticias eram trazidas dos colegas presos e também se lembrava daqueles que haviam sumido ou morrido. Dançava-se quadrilha e dias antes da festa tinha até ensaio para que tudo desse certo. Essa é a origem da ideia de festa no prédio. Ninguém diria que uma festa com quadrilha, tão própria das escolas de jardim de infância, era momento de expormos que não éramos crianças, mas conscientes do que estava se passando na vida, no país e na USP.
Podemos dizer que o prédio não é palco de resistência política como no passado, pois vivemos uma democracia e se multiplicam vários canais de expressão. Será mesmo? Ele ainda não guarda esse sentido, haja visto os fatos recentes: venda de lanches para fundo de greve e cadeiraço? Fechar o prédio é para se pensar… É para pensarmos o que foi e o que poderá ser, superando as adversidades do que é.
Fiquei na Reitoria 8 anos, foi uma grande experiência para mim, conheci mais a Universidade, a diversidade dela, seus problemas e pude entender vários pontos de vista. Também vi e vivenciei várias invasões, derrubadas de portas, arrombamentos de entradas, etc. etc. Será que vale a pena fecharmos o prédio e enfrentar esse tipo de problema? Vamos chamar a polícia e requerer reintegração de posse? Seria descabido pensar essa possibilidade? Por outro lado, penso que temos que proceder a mudanças para garantir o trabalho acadêmico. O caminho não sabemos, mas cabe refletir e discutir. A sabedoria não é ligeira.

4. O nosso prédio é um prédio compartilhado (que temos a maior parte, é verdade: todo o mezanino). A História têm maior número de alunos de graduação e de pós-graduação e menos espaço. Isso tem uma história, herdamos o mezanino que abrigava o Instituto de Geografia que não mais existe. Também se mudou a placa logo na entrada do prédio. O nome do prédio sempre foi Geografia e História, como eram todos os nomes da Cidade Universitária que seguiam a ordem alfabética ( a letra ‘g’ vem antes de ‘h’) . Quando o Modesto, professor da história, foi vice-diretor da Faculdade, período que coincidiu com a reforma recente, a placa na entrada foi escrita tendo História na frente. Se olhar a estrutura em concreto na frente do prédio, verá que é Geografia e História. Já disse isso para ele, para o Modesto, que ele inverteu a ordem colocando em primeiro lugar a história e que eu havia percebido.

5. O prédio da Geografia é também prédio da História e deve ser pensado assim. Conversar com a História é importante, afinal os problemas não dizem respeito a apenas nós. Seria polido, desde o início, envolver a História. Chato seria chegar para a História e dizer que estudamos o caso e vimos isso e aquilo. E se eles veem e sentem diferentemente? Como ficamos? Estaremos adiantando o que deveria ser compartilhado e creio que não seria um bom começo. Devemos envolver na discussão não só o nosso Conselho, mas ambos. Não só o Conselho, mas todos os professores. Depois, com mais segurança, entendendo mais a questão, envolveremos funcionários e alunos, cada um, segundo a percepção de sua inserção na Universidade e o sentido dela. Devemos preservar que cada segmento tenha autonomia para se organizar e discutir como bem acharem. Nosso compromisso é com uma formação (no caso dos estudantes) emancipadora. É melhor que discutam entre eles, primeiramente. Por certo, funcionários e alunos estarão vendo o prédio de outra perspectiva e enriquecerão, como suas visões, o que por certo não vimos.
Precisamos compreender melhor, esse é o primeiro passo. Devemos abandonar as comissões que existem relativas ao espaço do prédio (não sei dizer o nome, mas sei dizer que o professor De Biase, passou anos participando dela, quando os problemas eram bem menores perto dos de hoje). Trata-se de coisa nova. Devemos deslanchar a discussão entre nós, professores da geografia e da história. Momentos haverá que trabalharemos juntos, outros não. Mas o começo e o final devem ser de ambos. Como disse, é, no mínimo, polido e penso que a Universidade deva ser lugar mais de divergências do que de consenso, pois são aquelas que tem mais capacidade de mudanças. Mas, também de rituais e de formalidades pois o mundo acadêmico não é vulgar.

Pode demorar um pouco? Isso alongará o prenúncio das soluções? Isso irá prolongar nosso insatisfação em relação ao prédio e irá e trazer mais angústias sem alterar as condições ruins de trabalho? Sim, penso que sim. Mas, estaremos dando o primeiro passo para mudanças que têm chances de serem mais acertadas e maiores chances de serem compactuadas e aceitas. É mais lento que nossas vontades, que nosso querer, que nossas necessidade, mas é mais precavido e universal. Devemos envolver a História, desde o início, afinal, a democracia não é um discurso, sabemos, mas uma prática, um exercício cotidiano.

 

[ATA] Assembleia geral de estudantes – 19/setembro/2014

[ retirado de: http://greveusp2014.wordpress.com/2014/09/19/ata-assembleia-geral-de-estudantes-19setembro2014/ ]

[ATA] Assembleia geral de estudantes – 19/setembro/2014

1. Informes:

– Historia: deu R$200 pro comando de greve de estudantes. Votaram 2 delegadxs.- GT de permanencia do crusp: foi à assembleia dos professores convidar aquelxs que já utilizaram assistência. Pediram doação para o encontro regional da galera que mora em moradia estudantil. A mesa da assembleia dos professores boicotou a fala e a aprovação da doação porque teria que ser “via DCE”, mas a pessoa responsável não colou. Disseram que irão discutir o ponto na reunião de diretoria da ADUSP.
– Reunião da comissão de segurança DAS MINA para a festa de hoje. 19h na frente da reitoria.
– Camelô foi assassinado pela PM na lapa ontem, durante a operação delegada. Isso sem contar a repressão com bomba e borracha. Teve ato do MTST na giovanni gronchi ontem e também foi reprimido.
– Sopão contra a privatização: rolou ontem na frente do bandeijão da quimica. Foi legal. A sopa tava boa e deu pra conversar bastante com a galera. Contra a terceirização e a sobrecarga de funcionarixs de lá.
– FAU: a reforma avançou pro caramelo e AI. Hoje tem festa ATENTADO CONTRA A MORAL E OS BONS COSTUMES. a diretoria disse q vai interditar o prédio a partir das 23h. Deve ter uns P2 causando, então fiquemos ligadxs.
– Bauru: é bem difícil mobilizar lá por causa da diretora da odontologia que persegue a galera. Teve audiência pública sobre HRAC e foi muita gente para se mostrar contrária.
– Saúde: Ato sexta sobre a questão da desvinculação dos hospitais. Adusp vai fazer petição contra desvinculação do HRAC porque não passou com maioria qualificada no C.U.
– Funcionárixs: Reposição das horas será limitada a 70 horas. SAS e HU não vão precisar repor horas. Aceitação do termo de acordo foi praticamente unânime. Clima de vitória. Ainda tá rolando festa no Sintusp. CU de desvinculação do HU pode ser dia 29, por isso foi marcada paralização geral de funcionárixs. Termo de acordo está no boletim (sintusp.org).
– Audiovisual: Pessoas seguem sendo barradas na entrada. Especialmente pessoas negras e trans. Estudantes vão montar dossiê sobre isso, então convidam àqueles que já foram barrados para mandar depoimentos por escrito.
– Sociais: assembleia ‘sem quorum’. Ficou indicada criação de fórum aberto sobre democratização da USP (tipo GT). Incorporação à festa do CAF com doação para encontro de mulheres (dias 17, 18 e 19 de outubro).
– Fórm das 6: reitorias se comprometeram a pedir aumento do repasse do ICMS, para 9,70% do valor bruto. Serão criados dois GTs entre cruesp e o fórum para levantar dados sobre finanças e permanência. Indicaram retomada das atividades para segunda-feira.
– Congregação da FFLCH: reposição das aulas será discutida por departamento. Ou vai até fevereiro (com férias de natal e ano novo) ou repor ambos os semestres “ao mesmo tempo”. Indicada uma plenária dos 3 setores para ver isso no começo de outubro. Congregação reclamou do piquete na administração.
– Letras: GT sobre permanência e incorporar-se ao da Amorcrusp. RD se posicionou contra os piquetes na congregação (contra a decisão de assembleia) e foi destituida, mas continuou colando. Indicada atividade de “analise de discurso dxs presidenciaveis”.
– GT de permanência da Amorcrusp: Próxima reunião QUARTA FEIRA, 21h, na sala da AMORCRUSP.

2. Continuidade da greve:

Proposta 1: Continuidade da greve.
Proposta 2: Encerramento da greve. (aprovada)

3. Comando:

– Sobre a continuidade do comando de greve:
Proposta 1: manutenção do próximo comando e que se discuta na proxima assembleia a manutenção de um comando geral de mobilizações.
Proposta 2: que se vote hoje a manutenção (ou não) do comando de greve. (Aprovado)- Manutenção do comando (geral de mobilização) – APROVADO
– A data do próximo comando segue no ponto 4. Calendário.

4. Calendário:

– Data do próximo Comando de Mobilizações:
Proposta 1: não fazer o comando amanhã, sabado. Fazer na quinta feira, 25 de setembro. (Aprovado)
Proposta 2: Manter o comando sabado, amanhã.- Data da próxima assembleia:
Proposta 1. Assembleia geral quarta-feira da semana que vem (24/09).
Proposta 2. Assembleia geral quarta-feira 01/10. (Aprovada)

ASSEMBLEIA GERAL: QUARTA-FEIRA, 01/10, HIST/GEO – 18h
Apelo para a divulgação. Que o DCE também divulgue.

– Chamar assembleias de curso semana que vem – APROVADO.
– Incorporação dos estudantes à paralização dos trabalhadores, em outubro, no CU que discutirá a desvinculação do HU. E que o movimento tenha como pautas a reincorporação do HRAC e a não-desvinculação da permanência estudantil – APROVADO.
– Paralisação no dia da reunião do CO com ato em frente do local da reunião – APROVADO.
– Macarrãozão contra a desvinculação no dia de abertura do bandejão central. (organizar aos moldes do que foi o sopão, com distribuição gratuita de macarrão na frente do bandeijão central e panfletos sobre a desvinculação da permanência) – APROVADO.
* passar chapéu para arrecadar dinheiro na assembleia.
– Que o comando organize passagens em sala de aula convocando para ass geral e para o ato no CU. Foi aprovado que as assembleias de curso organizam suas passagens em sala.

5. Geral:

– Que a página do greveusp2014.wordpress.org continue ativa, alimentada pelo comando de mobilização, para postar suas atividades e mais – APROVADO.
– Comissão p/ lidar com perseguições em departamentos/crusp. Aprovado indicativo para que os cursos recolham denuncias e repassem para o comando de mobilização.
– Que o DCE se incorpore de fato na discussão sobre o acesso e a permanência, trazendo todo o acúmulo e contatos – de centros acadêmicos, lista de e-mail de alunos – para o GT de permanência do CRUSP, para que possamos construir em unidade os levantamentos. Os GTs que já existem em alguns cursos já se incorporaram ao GT do CRUSP, mas é necessário que os cursos que ainda não têm GT os construam. – APROVADO.
*Adendo: as pessoas do DCE que estão nessa assembleia estão responsáveis por providenciar gente do DCE pra colar na reunião.
Próxima reunião do GT: quarta-feira, 21h, na amorcrusp (indicativo de alteração do horário para 18h para as próximas reuniões).- Que a assembleia referende a proposta levada para a ADUSP – levantamento entre os docentes de quais utilizaram a permanência no passado e que utilizaram a contribuição financeira com passagens para o encontro de casas estudantis na UFRJ – e que o DCE e o comando encaminhem para a ADUSP a posição – APROVADO.
– Resolução Política: Abaixo todas as punições: não aceitamos a reposição de horas, pois entendemos como um ataque ao direito de greve (trabalhadores) – APROVADO.
– Juntar todos os vídeos e imagens sobre a greve para futuramente construir um documentário. Será encaminhado ao comando.
– Que os representantes discentes (RDs) no C.U. proponham a revinculação do HRAC e que exijam a saída de pauta da desvinculação do HU – APROVADO.
*Adendo: que o governador do Estado de São Paulo assine um termo dizendo que não aceita o HU/HRAC como parte do SUS e que não aceita uma possível privatização (ENCAMINHA-SE: que isso esteja na nota do comando para o ato).

ATA DA REUNIÃO GT ÁREA – GEOGRAFIA USP 19/09/2014

ATA DA REUNIÃO GT ÁREA – GEOGRAFIA USP 19/09/2014

Presentes: Hugo, Clareana, Laila, Jessica, Renato, Juliana Camacho, Vitor e Fernando Rocha.

Pautas:
– Informes CONEGEO;
– Semana da autogestão CEGE-USP;
– CONEEG.

Informes CONEGEO:

Próximo CONEGEO vai ser aqui na USP, em janeiro de 2015;
Falou-se sobre a reestruturação da CONEEG e algumas ações a serem realizadas, como:
– Jornal da CONEEG (ver cota de xerox do CEGE);
– USP vai fazer trabalho de base na UFPB, provavelmente no final de outubro de 2014, pensamos em enviar dois membros do GT para estabelecer um diálogo pessoalmente com os estudantes dessa escola;
– Campanha financeira para CONEEG a ser realizada pelas escolas.

Semana da autogestão CEGE-USP:

O GT Área vai fazer uma carta, falando sobre as atividades realizadas no período da autogestão, tais como:
– autofinanciamento;
– festas;
– rifas;
– discussão sobre trabalho de campo;
– EREGEO-SE (UFSCar-Sorocaba e UFF-Niterói);
– UPEGE e atividades da UPEGE;
– EREGEO-SUL;
– CONEGEO;
– COREGEO;
– EREG-SE;
– CONEEG;
– Tentativa de trazer o XXI ENEG para USP;
– Atividade com calourxs do GT Área e AGB (discutimos sobre a falta de envolvimento da AGB na promoção de outras atividades);
– Cartilha de opressões e manual dos calouros.

CONEEG:

Em relação à campanha financeira, iremos fazer: rifa de livros e cervejadas.
Questinou-se o monopolio da atletica pelo espaço aquário…

DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO:

– Quinta-feira 25/09 às 18h no CEGE, reunião para escrever a carta com as atividades realizadas pelo GT Área no período de autogestão do CEGE;
– Sexta-feira 26/09 às no CEGE, reunião para distribuir os kits de livros das rifas (levar as rifas com os nomes geográficos);
– VER COM O CEGE PRÓXIMA CERVEJADA.

Informações relacionadas ao GT Área e suas atividades:

Confira as páginas:
* Confederação Nacional das Entidades dos Estudantes de Geografia – CONEEG:
http://coneeg.blogspot.com.br/
* Executiva Regional de Estudantes de Geografia da Região Sudeste – EREG-SE:
http://ereg-se.blogspot.com.br/
* Página no facebook do GT Área – Geografia USP:
https://www.facebook.com/GtAreaGeografiaUsp?fref=ts
* CEGE: https://cegeusp.milharal.org/gt-area/

Ata assembleia geo 16.09.14

(versão não revisada disponível aqui: ASSEMBLEIA 19 09 14 (nao revisada)[as falas foram retiradas pois não foram aprovadas pelos falantes] )

Ata Assembleia16 09 14 em pdf

CEGE – ata da assembleia de 16/9/2014

Informes:

CO (Fábio): aprovação do abono pelo c.o., Contra a vontade da reitoria

Calendário (Renato): debate fechamento do vao 18h do dia 17, reuniao do gt área dia 19 no cege,

– Conselho departamental dia 17, não recebemos o aluguel este mês, desintendimentos na comissão de comunicação.

Festa Atentado contra a moral e os bons costumes (Laila): dia 17 14h última reunião da festa – atentado

idem (Caio): 4 bandas confirmadas pra festa-atentado, calendario da assembleia geral.

Doação de móveis para o CEGE (Ju Camacho): conflito entre $ carreto e $ festa – e o orçamento.

Pautas:

1. Dinheiro e festa atentado a moral e os bons costumes

2. Comissão de comunicação

3. Greve e cancelamento do semestre

4. Delegados

5. Chaves

______________

1. Dinheiro e festa atentado a moral e os bons costumes

Debatemos sobre o pouco dinheiro que temos em caixa, e o uso que daríamos a ele : tem tanto a festa de sexta, quanto a questão do carreto para trazer os móveis doados;

Proposta: Emprestar 800 reais para a festa (como já havíamos decidido anteriormente): APROVADA (após bastante debate)

Proposta: Cota da xerox pra Laila rodar os lambes pra festa. APROVADA;

2. comissão de comunicação:

Debatemos sobre as algumas questões acerca da comunicação virtual do CEGE no último período.

Proposta: pensemos melhor na comissão de comunicação e façamos um balanço da autogestão a partir da reunião da comissão desta quinta 18h. APROVADA

3. Greve e cancelamento do semestre

Proposta: Esperar a greve acabar pra fazer a semana de balanço da autogestão. APROVADA;

Proposta: Encaminhar o debate sobre as decisões do que fazer com os semestres para a próxima assembleia, a ser realizada na semana que vem terça-feira 23.9 às 18h. APROVADA;

Fim.

Calendário da semana 22-26 set

Derrotamos o Zago e seus burocratas nesta batalha.
Entretanto, temos muitas outras lutas a serem travadas!
Participe das atividades do movimento estudantil!

!!! NÃO ARREGO !!!

22.9 segunda às 18h no CEGE:
Reunião de mulheres da geo
https://www.facebook.com/events/361130090709264/

23.9 terça às 18h no Vão:
Assembleia da geo
https://www.facebook.com/events/322037587980693/

25.9 quinta às 18h na Ágora do CRUSP:
Comando de Mobilização
https://www.facebook.com/events/1540021439566656/

 

[ CALENDÁRIO DA PRÓXIMA SEMANA ]

ATENÇÃO!

Na última assembleia bastantes estudantes levantaram a questão da possibilidade do cancelamento do próximo semestre; ficou como indicativo que essa reunião seja auto-organizada pelxs estudantes. O perfil do cege ajuda a divulgar, mas cabe a vocês conversarem com xs colegas de curso e marcarem uma reunião num horário viável antes da assembleia de curso para discutir a questão. Caso essa reunião não aconteça, tudo bem, discutiremos ela em assembleia.