Arquivo diários:22 de agosto de 2014

Semana da Memória, Cultura e Resistência: Cotas e as Lutas do Povo Negro [CAHIS]

https://www.facebook.com/events/1516631731900764/

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PROGRAMAÇÃO

1) “O Percurso Histórico do Racismo no Brasil e sua
Contemporaneidade” – 25/08, às 19h, na História.
Milton Barbosa (Movimento Negro Unificado)
Silvio Luiz de Almeida (Professor de Direito Mackenzie e Presidente do Instituto
Luiz Gama) – a confirmar
Jupiara Castro (Fundadora do Núcleo de Consciência Negra da USP)
Mediador: Maria José Menezes (NCN)

2) “Negras Articulações: o Combate ao Racismo em suas Diversas
Facetas” – 26/08, às 19h, na História.
Débora Maria da Silva (Mães de Maio) – a confirmar
Bia Sankofa (Comitê contra o Genocídio da População Negra)
Lucas Bento da Silva (Quilombo Cafundó)
Mediador: William Cega (História USP)

3) “Políticas Afirmativas na Universidade Pública”
27/08, às 19h, no Núcleo de Consciência Negra (NCN).
Sueli Carneiro (Dr. em Educação pela USP e diretora do Geledés) – a confirmar
Douglas Belchior (UNEAFRO)
Luiz Carlos dos Santos (Fundador do Núcleo de Consciência Negra da USP)
Mediador: Cristiane Maria de Paula (NCN)

*** NA QUARTA-FEIRA FAREMOS, NO NÚCLEO DE CONSCIÊNCIA NEGRA, UMA OFICINA DE ESTAMPAS DE CAMISETA, COM A ARTE DA SEMANA! Traga a sua camiseta!

4) “Mulheres Negras em suas Múltiplas Agências”
28/08, às 19h, na História.
Djamila Ribeiro (Pós Graduanda em Filosofia/UNIFESP e Blogueiras Negras)
Eloísa Maria Neves Silva (Professora de História e Pesquisadora em atuação
histórica das mulheres negras nas escolas de samba paulistanas)
Cristiane Avelar (Núcleo de Consciência Negra da USP)
Mediador: Marcelo Vitale Teodoro da Silva (NCN)

5) “Culturas Afro-Brasileiras e suas Dinâmicas de Resistência”
29/08, às 16h, na História
Júlio e Patrícia (Movimento Cultural da Penha: Festa do Rosário dos Homens Pretos
da Penha de França)
Mestre Silvio (Congadas de Mogi das Cruzes)
Tula Pilar (Poetisa e Organizadora de Movimentos de Sarau na Zona Sul/SP)
Saloma Salomão (Historiador, Etnólogo Musical e Teatro Negro) – a confirmar
Paulo Dias (Etnomusicólogo e Diretor da Associação Cultural Cachuêra) –
a confirmar

*** NA SEXTA, A PARTIR DAS 18H: SARAU POR COTAS NA USP! (Espaço Aquário)

Para se inscrever, envie um e-mail com nome completo e RG para pethistoriausp@gmail.com
Haverá emissão de certificado.

Panfleto do COMANDO sobre COTAS para a marcha de hoje

[retirado de: http://greveusp2014.wordpress.com/2014/08/22/estudantes-em-greve-exigem-imediata-implementacao-de-cotas-raciais-e-sociais-na-usp-e-realizam-panfletagem-em-ato/ ]

Estudantes em greve exigem imediata implementação de cotas raciais e sociais na USP e realizam panfletagem em ato

Hoje, durante a II Marcha (inter) Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro, estudantes da USP – que estão em greve há 87 dias – participarão levando a pauta da urgente necessidade de implementação de cotas raciais e sociais nas universidades públicas.

Compreendemos que este é um ato fundamental para darmos um basta nas políticas repressivas e racistas do Estado e participaremos enquanto estudantes organizados levando a reivindicação de implementação imediata de COTAS RACIAIS e SOCIAIS na USP em um passo contra a elitização e privatização das Universidades Públicas.

Acesse o panfleto em PDF, leia e ajude a divulgar: panfleto_cotas_pdf

AtA AssembleiA GeraL EstudantiL 21.08.14

[retirado de: http://greveusp2014.wordpress.com/2014/08/22/ata-assembleia-geral-de-estudantes-da-usp-21agosto2014/ ]

[ATA] ASSEMBLEIA GERAL DE ESTUDANTES DA USP – 21/agosto/2014

Assembleia geral 21.08.2014

Informes:

Reunião de Conciliação: Houve uma brutal repressão no Trancaço. Na reunião de conciliação a tarde, a reitoria queria criminalizar a greve, mas tanto a justiça quanto o governo recuaram quanto a questão do corte de ponto. O corte foi considerado ilegal já que a greve não havia sido julgado, além disso ficou pontuado que houvesse uma negociação semana que vem. Ao longo da conversa a desembargadora disse que tudo bem reprimir caso houvesse trancaços.
Sintusp sobre a reunião de conciliação: A desembargadora pontuou que não estava todos os setores em greve presentes na negociação – não foram convocados a ADUSP e as outras estaduais. Para o SINTUSP, era uma tentativa de reprimir a greve já que nenhuma das greves anteriores foram para a justiça. O salário de 1.200 funcionários foram cortados, além do desmonte dos piquetes. As unidades têm marcado novos cortes de salário para o próximo mês, algo que a desembargadora pontuou como um absurdo. A justiça colocou como culpa da greve caso alguém morresse por não ser atendido no HU. Isso é uma mentira já que o sindicato defende que o hospital seja usado por todos e não por funcionários somente. Um dos motivos para desqualificar a greve era dizer que não havia o mínimo de funcionários trabalhando (30%) ou dizer que só 10% estavam em greve – algo contraditório, dito pela própria juíza. A legislação coloca que os trabalhadores não podem pagar com seu salário o aumento da inflação. A questão do dinheiro só podia ser usada caso as contas da universidade fossem abertas. Foi agendada para o dia 27, TRT uma nova reunião. Não seria possível demonstrar todas as contradições da reitoria e do governo caso nossa greve não tivesse a quase 90 dias nessa luta. Parabeniza todos que participaram ontem do trancaço mesmo com a truculência policial. Entende que há muitos motivos para que os alunos não precisam estar aqui de madrugada nos piquetes e isso aumenta o ânimo dos funcionários para não desistir. A justiça que apoiou a greve nessa reunião é a mesma que demitiu os metroviários e o Brandão, por isso não podemos confiar. O que está em jogo não é somente o corte de ponto ou o 0%, lutamos contra o projeto que destrói a universidade pública. Estamos escrevendo uma carta que sobre como precisamos barrar esse desmonte da Universidade, demarcando que essa ainda não é a universidade a serviço do povo que queremos.

Informes de Curso:
EACH: Dia 18 voltam as aulas. Há tapumes cobrindo o ginásio e os funcionários da seção de apoio estão em greve. Alguns docentes ainda vão decidir se vão entrar em greve. Haverá uma mesa sobre segurança pública, violência e repressão aos movimentos sociais das 9h ao 12h e as 14 h tem uma sobre democratização dos meios de comunicação e acesso à informação. Agora tem uns dutos móveis para tirar o metano, as substâncias. Derrubaram o Centro acadêmico por lá ser o lugar mais tóxico segundo à diretoria.
Filosofia e educação: Deliberou cadeiraço no curso e se incorporou a atividade dos estagiários da FEUSP dia 27, as 18h na educação sobre a precarização e a situação dos estagiários. Quinta-feira ás 8h e saída às 9h30min vai ter concentração para um ato chamado engatinhaço com as crianças até aqui na reitoria. Na filosofia tem havido uma tensão grande com os professores e os que apoiam estão sendo constrangidos. Continue lendo

hojE: Negro Drama II + Marcha Contra o Genocídio da População Negra + Churras Open Violência

Negro Drama II – as cotas raciais

https://www.facebook.com/events/871626786181588/ 

10h no SINTUSP

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Debate sobre as políticas de Cotas Raciais

“Eu sou irmão dos meus trutas de batalha, eu era a carne…agora sou a própria navalha” (Racionais MC´s)

O Negro Drama ainda vive, em uma das maiores populações carcerárias do mundo que em sua maioria é negra; nos trabalhos mais precarizados ocupados em sua maioria pelos negros, que começam a se levantar como mostraram os garis do RJ apontando o caminho para lutarmos contra a terceirização, a falta de moradia, de transporte, saúde e educação e a arma da policia que tem como alvo prioritário os negros.
Apesar do discurso da “democracia racial”, de que a miscigenação teria acabado com o racismo, ele ainda existe, e nem mesmo as estatísticas do governo conseguem esconder. É só olhar o número de jovens negros mortos, a quantidade de negros que é segregada para fora das universidades como a USP pelo filtro social do vestibular e a quantidade de negros que morrem nas filas dos hospitais.
O racismo que, no passado, foi utilizado para escravizar milhões de homens, mulheres e crianças africanos, vive hoje, ainda que muitas vezes se apresente de forma velada e serve como instrumento a serviço dos patrões, para dividir os trabalhadores e nos explorar ainda mais. Os trabalhadores precisam tomar em suas mãos a luta contra o racismo para poder golpear com um só punho os que nos exploram e oprimem todos os dias.

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II Marcha (Inter) Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro – SP

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