Informes sobre a FAU

Informe da assembleia da FAU – Arquitetura e Urbanismo

Posicionamento geral:

– Ficar na FAU e não sermos divididos em outras unidades;
– Contra a sindicância contra o gfau e pela manutenção do piso do museu como piso dos estudantes;
– O Conselho Curador deve ser o órgão máximo de deliberação das obras na FAU;

Programação para essa semana
Terça-feira:
– Paralização, a partir do meio-dia;
– reunião aberta – 14h (pautas: soluções técnicas, divulgação e carta de posicionamento dos estudantes);
– Assembleia – 18h – indicativo de assembleia conjunta com o Design;

*O intuito da paralisação de amanhã é termos um momento para aprofundarmos a discussão em relação à possibilidade de sairmos do edifício da FAU e à sindicância contra o gfau, que coloca em risco a gestão estudantil do Piso do Museu. Nesse sentido, na reunião aberta serão discutidas propostas de articulação dos estudantes e de soluções para uma melhor gestão da obra.
Após esse espaço, teremos uma assembleia e aprofundamento dos debates, além das deliberações de propostas e passos seguintes.

Sexta-feira:
– Paralisação para assistirmos a reunião do CTA e à Congregação;
– Pedido para que CTA e Congregação sejam abertos;
– Assembleia depois das deliberações dos órgãos colegiados;

*Para podermos acompanhar as decisões dos colegiados, foi votada a paralisação na sexta-feira. Além disso, foi votada uma assembleia após essas reuniões, ainda na sexta, para que nos posicionemos em relação às deliberações do CTA e da Congregação.

 

Posicionamento da Gestão do GFAU:

http://www.gfau.org.br/content/posicionamento-gest%C3%A3o-gfau

Este texto da gestão do gfau diz respeito ao contexto no qual a FAU se encontra. Na semana passada, recebemos duas notícias que podem mudar os rumos da nossa escola: a possibilidade de saída do edíficio e a abertura de uma sindicância, pela administração da FAU, contra o gfau. Ambas tem o potencial, em especial quando colocadas conjuntamente, de alterar o uso e significado do edifício da FAU. Assim, pretendemos por meio deste não apenas informar os fatos, como também tornar claro o posicionamento da gestão.

No dia 30 de agosto ocorreu uma reunião extraordinária do CTA (Conselho Técnico Administrativo) com a seguinte pauta:

“1.1 Informe sobre as manifestações de preocupação com relação ao impacto da obra da cobertura.

1.2 Apresentação de propostas.” (retirado da pauta 305 Sessão Extraordinária do CTA).

Foram levadas reclamações de funcionários e docentes sobre o atual estado de insalubridade do edifício, bem como uma proposta de um docente para amenizar o problema (o uso de aspiradores de pó) e, por fim, um abaixo assinado em que assinavam diversos estudantes, funcionários e professores, repudiando a situação na qual nos encontramos e pedindo que medidas fossem tomadas no sentido de melhorá-la. É importante ressaltar que embora as reclamações e, principalmente, o abaixo assinado demonstrassem indignação com as condições atuais, elas foram utilizadas pelos docentes como um argumento para sairmos da FAU, sendo que não necessariamente as pessoas se manifestaram a favor dessa proposta.

Em seguida, a empresa responsável pela obra, JATOBETON, apresentou cronogramas físicos simulando o andamento da reforma com ou sem salas de aula e estúdios em funcionamento. Contudo, não havia diferença entre eles em termos de tempo necessário à conclusão da obra, pois em ambos ela seria concluída em julho de 2014. Vale ressaltar que este prazo já apresenta uma redução de cinco meses, que não foi esclarecida, em relação ao contrato inicial.

Diante dessas duas colocações, os docentes apresentaram propostas que iam em duas linhas, a de remanejamento dentro do próprio edifício e a de saída dele. A primeira se daria, por exemplo, com a mudança das atividades dos estúdios para o Piso do Museu e isolamento das áreas em que estaria acontecendo a reforma naquele momento, no entanto, isso não foi aprofundado.

Já a segunda linha, que foi mais enfatizada e recebeu mais apoio, poderia ser posta em prática de duas formas: com a realocação das aulas em outras unidades da USP em outubro ou no início do ano que vem. Nesse sentido, a diretoria manifestou já ter entrado em contato com locais possíveis de realocação (como Brasiliana, IME e Pedagogia), o que indica que tal proposta já vinha sendo encaminhada, excluindo qualquer possibilidade de um processo participativo. A partir disso e da apresentação do cronograma que previa a desocupação das salas de aula e estúdios pela JATOBETON, provavelmente à pedido também da diretoria visto que a construtora não traria tais cronogramas sem alguma solicitação, é possível concluir que esta é a proposta defendida pelos gestores da FAU.

Quando constatou-se que não havia diferença nos prazos de conclusão dos cronogramas da reforma se saíssemos ou não da FAU, foi pedido pelo diretor que a construtora refizesse as previsões. Como resposta, a empresa se comprometeu a trazer outro cronograma com redução adicional de dois meses no caso da saída do edifício. Ou seja, pretendeu-se conseguir justificativas que dessem respaldo à saída do edifício.

O representante discente colocou que a questão não poderia ser decidida naquela reunião, devido à sua importância. Assim, deliberou-se por uma apresentação das propostas à comunidade FAU (12 de setembro, às 16h) e nova reunião do CTA no dia seguinte às 9h na qual se tirará o posicionamento a ser levado à Congregação (instância máxima de deliberação da FAU) que ocorrerá no mesmo dia, às 13h.

Além disso, a ideia de que o edifício da FAU é impróprio para ser usado como escola, e de que seria mais adequado transformá-lo em museu, defendida abertamente por alguns docentes, foi colocada novamente nesta reunião, ainda que informalmente. Essa ideia não se refere somente ao estado atual do edifício, mas sim a uma oposição à vivência de escola que o espaço propõe.

Quanto à forma como a obra vem sendo gerida, é mais do que perceptível que ela tem implicado em condições insalubres e incompatíveis com o uso cotidiano do edifício. No entanto, cabe um questionamento: se em hospitais, em equipamentos de transporte e até mesmo edifícios comerciais é possível realizar obras sem parar suas atividades e sem afetar seus usuários, por que não conseguimos fazer o mesmo em um edifício de tamanha dimensão histórica e social? Considerando que estamos em uma faculdade de arquitetura, podemos buscar outras soluções mais adequadas e que não inviabilizassem nossa presença no edifício durante a reforma. Por exemplo, a utilização de sprays de água junto ao rompedor para minimizar a poeira, ou o simples escalonamento, ou seja, o planejamento da obra em etapas considerando os espaços físicos e seu uso.

Outro ponto importante com relação à gestão da obra é a transparência desse processo. Na única apresentação à comunidade FAU sobre a reforma da cobertura, realizada no dia 23 de abril de 2013 pela diretoria, não se falou sobre esses transtornos e nem sobre a possibilidade de termos que sair do edifício.

A vivência cotidiana nesse edifício é um dos aspectos que mais influi nos estudantes da FAU. A maneira como as atividades ocorrem não poderia ser a mesma em outro espaço. Elas não apenas perderiam o significado que têm, como também proporiam sentidos divergentes dos que hoje constituem a nossa identidade. Na FAU temos muitos mais espaços de encontro e possibilidades de apropriações do edifício do que nas escolas convencionais baseadas em salas de aula. A relação que os estudantes têm com estes nesses espaços é extremamente diferente da que nós estabelecemos com o nosso. O edifício de Artigas possibilita as mais variadas apropriações, encontros e situações entre os que convivem nele . Mesmo nossos espaços de estudo, permitem a interação as pessoas. Os estúdios, por exemplo, são o local onde podemos realizar nossos trabalhos, individuais ou em grupo, sempre tendo a possibilidade de circular, observar trabalhos de colegas e discutir projetos.

Além disso, muitas de nossas tarefas práticas do dia a dia se tornariam muito mais complicadas, podendo até ser inviabilizadas, caso saíssemos. O LAME, a gráfica, a biblioteca, entre outros, estando mais distantes do nosso local de aulas, não estariam integrados ao nosso dia a dia da mesma forma. No mesmo sentido, com a realocação, ficaríamos separados dos locais da administração da FAU, e portanto, da gestão do edifício. E, pela dificuldade de encontrar um lugar disponível que comportasse todas as aulas que temos, provavelmente os departamentos ficariam separados em diferentes prédios. Isso acabaria com uma possível unidade que permite a existência dessa escola. Este fato, mesmo que durante apenas alguns meses, seria uma alteração radical na nossa formação.

Nesse período longe da FAU, também seria afetada a nossa organização política, que se dá por representação direta em reuniões no Piso do Museu. Este espaço serve também à vivência estudantil cotidiana. Todos os grupos e núcleos dos estudantes da FAU, como a Atlética e os Equadores, por exemplo, utilizam o Piso para fazer repiauers e outras atividades. Isso só é possível porque a gestão do Museu é do gfau, o que garante nossa autonomia. Sem esse espaço também seria comprometida a existência da gráfica, do livreiro, da papelaria do Mário e da cantina da Cooperativa Monte Sinai. Além de serem parte da comunidade FAU, eles fornecem serviços fundamentais para o nosso dia a dia. E vale lembrar que o aluguel dos espaços que ocupam são a principal renda do gfau, sem a qual não conseguiríamos pagar o salário da Rose, nossa secretária, nem manter nossa autonomia política.

Simultaneamente à possibilidade de sairmos da FAU, soubemos que a administração está abrindo uma sindicância contra o gfau. Este processo administrativo, que visa apurar ocorrências relativas à segurança, refere-se aos problemas ocorridos em um repiauer realizado no começo do ano por estudantes.

Nos últimos dois semestres, houve complicações em alguns repiauers, solucionadas por meio de uma melhor organização dos eventos, sem cair em soluções como câmeras e catracas. Também conversamos com aqueles que foram prejudicados e juntos pensamos em medidas cabíveis.

Visto que é incoerente culpabilizar o gfau por roubos, sendo que já foram tomadas providências, cabe questionar qual é o real intuito da administração ao abrir a sindicância. Devido à conjuntura, nos parece clara a discordância da diretoria da FAU quanto à gestão estudantil do Piso do Museu. Assim, esse processo vai no sentido de alegar nossa incapacidade de gerir o Piso.

Se sairmos do edifício da FAU nesse momento, nossa articulação para defender o Piso se tornará muito mais complicada, pois estaríamos dispersos, sem o dinheiro dos alugueis, sem o auxílio da Rose e distantes do que estaria acontecendo aqui. Assim, se voltássemos ao edifício, nossa possibilidade de gestão e uso do Piso estaria muito comprometida. Da mesma forma, estas questões foram postas às prévias da semana da pátria, período de recesso em que não é possível organizar qualquer discussão e movimentação contrária a tal ideia.

Tudo indica que se deixarmos o edifício nesse momento, a FAU não voltará ao seu funcionamento normal após a reforma, seja pela perda do Piso do Museu, seja pela transformação do próprio edifício em um museu, ou simplesmente, pelo distanciamento das pessoas com relação ao edifício, constituindo uma outra noção do cotidiano da FAU. Evidencia-se, assim, uma compreensão antagônica ao projeto de escola ainda presente no edifício. Dizer que não haveria mudanças significativas se as relações se dessem em outro lugar é o mesmo que desagregar o espaço de seu significado. Foi tal equívoco que impediu que a reforma da cobertura fosse tocada de maneira adequada ao uso e caráter do edifício.

Nesse sentido, sabemos da importância do primeiro semestre para os bixos. Se sairmos, eles não conhecerão essa etapa. Estudar na FAU é tão importante para os bixos como para os veteranos; sempre é possível aprender algo a mais nesse espaço. Vemos, assim, que não são apenas alguns meses, mas sim, um tempo essencial para a formação e vivência dos os estudantes.

Também é importante lembrar que o edifício da FAU já está bastante descaracterizado. Reformas grosseiras são feitas cotidianamente no edifício de maneira arbitrária (conduítes, fiação, iluminação, lay-out da sessão de alunos e pró-aluno, entre outros), em um momento de fragilidade, além do fato do Escritório Oficina Acadêmico ainda não existir. Visto que já existe a proposta do Departamento de Tecnologia de reformulação do layout das salas, a situação do edifício pode se agravar se não estivermos aqui.

Assim, sair da FAU durante a reforma tem um significado maior. Também não podemos continuar dessa maneira, nesse pó e descaso. Por isso, precisamos ficar, mas com diginidade. Sabe-se da dificuldade técnica e burocrática de propormos novas soluções para o andamento da reforma nesse momento. No entanto, se não enfrentarmos essas barreiras, estaremos nos submetendo à regras cegamente, sem reais perspectivas de construirmos algo melhor.

Se a FAU se faz tão significativa em nossas vidas, precisamos defendê-la. Pensar uma outra maneira de se fazer essa obra, cuidarmos melhor desse espaço e manter a gestão dos estudantes do Piso do Museu, permanecendo sempre no edifício. Essa escolha, obviamente, não é fácil. Para isso precisamos juntos, coletivamente, discutir e tomar um posicionamento sobre a sitação atual nas Assembleias da arquitetura e do design da semana do dia 8 de setembro. As Assembleias são a instância máxima de deliberação dos estudantes e são de representação direta. Todos os estudantes da FAU tem igual direito de voto e fala.

O contexto dirá sobre os rumos da FAU, por isso é necessário que todos realmente se empenhem na melhor decisão.

Carta da AAAFAU

Segue aqui a carta lida na Assembleia dos Estudantes da FAU de hoje contendo o posicionamento da AAAFAU quanto aos recentes eventos:

“A Associação Atlética Acadêmica da FAU-USP procura, por meio desta carta, esclarecer nosso posicionamento como chapa do ano de 2013 no que se refere à conjuntura atual dos fatos e boatos sobre a suspensão das atividades realizadas no edifício Vilanova Artigas, devi…do a problemas decorrentes nas obras de restauro da sua cobertura.

Acreditamos, a despeito do senso comum, que o objetivo maior desta instituição não é a promoção do esporte e da atividade física por si mesmos, ou com a finalidade de vencer competições ou, ainda, em prol da saúde dos alunos – isto, sim, seria um subproduto da intenção maior que é estabelecer laços de companheirismo, amizade, pertencimento e senso de coletivo dentro dos times, na esperança de que estes valores se prolonguem pela vivência dos indivíduos que deles participam.

A Atlética, ao menos no que diz respeito a nossa chapa, trabalha para que o convívio entre os alunos, a troca de experiências, o aprendizado além-sala-de-aula e tantas outras lições que acreditamos ser um legado deste edifício para o corpo discente, sejam propagadas o mais possível, quer pela prática do esporte ou pelos eventos que o viabilizam.

Sendo assim, encaramos como inaceitável qualquer proposta que inclua a suspensão das atividades deste edifício que tenha como pretexto os problemas recorrentes da reforma em andamento, uma vez que, pelo que pudemos constatar até o momento, estes mesmos problemas decorrem da falta de respeito com que tem sido coordenada e realizada a obra.

Mais do que isso, acreditamos que, na atual conjuntura da Universidade de São Paulo, pelo que conseguimos deduzir pelo constante diálogo que temos com associações atléticas de outras unidades, a desocupação do edifício da FAU, mesmo que por prazo supostamente limitado, dá margem a todo tipo de deturpação dos espaços estudantis desta – todas as instituições com quem falamos, sem exceções, têm enfrentado problemas crescentes para a realização de suas atividades, seja pela descaracterização de seus espaços discentes ou pela burocratização do uso destes. Até mesmo a Comissão Organizadora do BIFE, que reúne dezenas de representantes de mais de uma dúzia de associações, tem enfrentado grandes barreiras para a realização de festas no campus.

Sentimos, pois, que o momento é de resistência contra qualquer tentativa de retirada dos estudantes da FAU, pelo motivo, sucintamente, de que nossos espaços – a sala da Atlética, nosso armário, a vivência, a sala do Grêmio, o piso do museu e o chiqueiro (só para citar os mais evidentes) – não serão respeitados e podem até ser extintos, enquanto estamos divididos, pulverizados em salas de aulas de outros institutos, sem contato uns com os outros, enquanto poderíamos estar aqui, no que é nossa casa há mais de quatro décadas. Nesse intuito, a Atlética manifesta seu apoio ao GFAU, na sua condição de mediador do debate e representante dos estudantes da FAU, pois até o momento, acreditamos compartilhar da mesma indignação contra essa proposta que julgamos absurda, infundada e oportunista.
Aproveitamos também para declarar nosso repúdio à sindicância aberta contra o GFAU.

Enfim, não pretendemos entregar este edifício e se depender do quão alto temos que falar, nossos megafones estão a postos.

AAAFAUUSP.”

Jornal do GFAU: http://www.gfau.org.br/content/jornal-gfau-1

INFORME/ATA DA ASSEMBLEIA DA FAU 10/09

Informes dados na Assembleia:

– Assembleia do AUH – decisão da paralisação da obra e das aulas enquanto não houver condições de utilização do edifício, contratação de uma equipe especializada em limpeza de obra e contratar gerenciamento da obra por notório saber;
-Assembleia dos funcionários – decisão de que os horários da obra voltem ao previsto (fora do h…orário de aula), que a JATOBETON se responsabilize pela sujeira da reforma, com a qual a HIGILIMP tem tido que lidar; que a CIPA possa fiscalizar a obra, algo que o GEEF vetou antes.
– Adiamento das reuniões dos órgãos colegiados (CTA e Congregação) que aconteceriam essa sexta-feira;
– Carta da Atlética em apoio ao posicionamento dos estudantes da FAU, tanto de permanecer no edifício como contra a sindicância contra o gfau;
– Informe do DCE – greve dos professores e estudantes da EACH;
– Membro da CEGE (CA da Geogafia) diz sobre o apoio da entidade ao GFAU e possibilidade de pautar as questões da FAU na próxima assembleia.

*Outras propostas de posicionamento e encaminhamentos foram levadas para a mesa, mas não foram votadas por questões de tempo. Serão discutidas na Assembleia do dia 13/09.

Posicionamento geral:

_contra saída da fau e pulverização pelos institutos da usp;
_defesa do edifício enquanto parte da nossa formação;

Encaminhamentos:

_ manter a paralisação da sexta-feira: com a realização de atividades e discussões no piso do museu, assembleia da FAU às 18h, repiauer e crossfau (com organização conjunta, entre todos os interessados, na Reunião Aberta de quinta-feira, 12.09, 13hrs);
_levar como extrapauta para a Congregação do dia 16 de setembro (que por enquanto tem como pauta única o regimento da pós) a discussão sobre:
– a situação de insalubridade do edifício;
– os encaminhamentos da questão;
– esclarecimento sobre o cancelamento do CTA e Congregação de sexta-feira 13/09.
_paralisação segunda-feira para podermos acompanhar a Congregação e pressiona-lá para que entre em pauta na reunião as questões acima;
_indicativo de greve caso a Congregação se recuse a discutir a extrapauta defendida pelos estudantes;
_ indicativo de greve e INTRAFAU caso seja deliberado, pelos órgãos superiores, a saída do edifício;
_ discutir e aprovar, na próxima assembleia, moção de apoio à EACH;

*Foram levantados diversos questionamentos tanto nas falas da Assembleia, como na Reunião Aberta. Colocamos aqui com o intuito de divulgar MINIMAMENTE o que vem sendo discutido:

_ a maneira como a decisão de sair da FAU vem sendo encaminhada nos órgãos colegiados;
_sobre o modo de como a obra vem sendo gerida, desde o processo de licitação e cuidados de saúde, segurança e patrimônio e uso do edifício enquanto escola que não estão sendo considerados;
_sobre a importância do edifício para nossa formação;
_ levar em consideração toda a história de manutenção do edifício da FAU: todas as intervenções arbitrárias que foram feitas, bem como, a importância da articulação dos estudantes em relação a essas intervenções, como por exemplo, a criação do Conselho Curador;
_sobre como o Conselho Curador e o Escritório Oficina Acadêmico não estão sendo incluídos nesse processo, e que é necessário o fortalecimento dessas instâncias paritárias e pedagógicas;
_sobre a questão dos espaços estudantis na USP e da importância do Piso do Museu;
_ devemos discutir as questões técnicas e levarmos para os órgãos colegiados com o intuito de sustentar que há possibilidade de permanecer na FAU durante a reforma. Não cabe aos estudantes o aprofundamento técnico da questão, mas sim a discussão política do que significam as diferentes soluções existentes;
_ esse momento coloca para os estudantes da FAU uma reflexão sobre o que estamos fazendo aqui e o que constitui de fato o nosso papel enquanto indivíduos nessa Faculdade. O que está acontecendo é um sintoma de que as coisas não andam bem e deve se pensar os caminhos da nossa escola.