Arquivo diários:11 de setembro de 2013

Moção de apoio aos estudantes da FAU

Manifestamos aqui nosso apoio frente a defesa do GFAU de que os estudantes da FAU permaneçam em seu edifício e permaneçam gestores do Piso do Museu. Essa defesa representa um projeto de ensino e universidade que consideram que a formação não se resume aos conteúdos acadêmicos mas também aos de organização social e política.

Assinam:
CEGE
CAMAR
CAER
CEFISMA
CAEP
CAFB
CEUPES
PRÓ-PRODUÇÃO
CAASO
CAMAT
CALC
CEC POLI
CAPPF

Informes sobre a FAU

Informe da assembleia da FAU – Arquitetura e Urbanismo

Posicionamento geral:

– Ficar na FAU e não sermos divididos em outras unidades;
– Contra a sindicância contra o gfau e pela manutenção do piso do museu como piso dos estudantes;
– O Conselho Curador deve ser o órgão máximo de deliberação das obras na FAU;

Programação para essa semana
Terça-feira:
– Paralização, a partir do meio-dia;
– reunião aberta – 14h (pautas: soluções técnicas, divulgação e carta de posicionamento dos estudantes);
– Assembleia – 18h – indicativo de assembleia conjunta com o Design;

*O intuito da paralisação de amanhã é termos um momento para aprofundarmos a discussão em relação à possibilidade de sairmos do edifício da FAU e à sindicância contra o gfau, que coloca em risco a gestão estudantil do Piso do Museu. Nesse sentido, na reunião aberta serão discutidas propostas de articulação dos estudantes e de soluções para uma melhor gestão da obra.
Após esse espaço, teremos uma assembleia e aprofundamento dos debates, além das deliberações de propostas e passos seguintes.

Continue lendo

Professores da USP Leste entram em greve contra contaminação ambiental no campus, por Pablo Ortellado

Professores da USP Leste entram em greve contra contaminação ambiental no campus, por Pablo Ortellado

Nesta terça-feira, 10 de setembro de 2013, os professores da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, conhecida como USP Leste, decidiram em assembleia entrar em greve até que a USP cumpra as determinações da CETESB tornando o campus um local seguro para as cerca de 4 mil e quinhentas pessoas que circulam diariamente no espaço.

A decisão foi tomada após a CETESB e a Superintendência de Espaço Físico da USP instalarem uma placa interditando uma grande área do campus que está contaminada, colocando em risco a saúde da comunidade. A contaminação teve início em 2011 quando centenas de caminhões despejaram terra de origem desconhecida. Essa contaminação soma-se a uma contaminação já existente na área na qual foi construída a escola.

A CETESB já havia solicitado providências para assegurar a saúde da comunidade, mas a USP não cumpriu as determinações e recebeu um Auto de Infração em 25 de julho de 2013 tendo 60 dias para cumprir um grande número de exigências. O prazo expira no próximo dia 23.

Os professores exigem também a liberação de toda a documentação relativa à questão ambiental do campus e a responsabilização das autoridades universitárias.